Tratamento de imagens de estrelas e galáxia

21 maio

NASA libera programa para tratamento de imagens de estrelas e galáxias Olá, pessoas, hoje vim falar sobre o programa utilizado pela NASA, para tratar imagens de galaxias, estrelas, entre outros. 

A NASA colocou à disposição do público um programa gratuito que é utilizado por seus cientistas para tratar imagens astronômicas. Agora, qualquer pessoa que tenha em seu computador os programas Adobe Photoshop ou Adobe Photoshop Elements poderá manipular e criar imagens belíssimas como aquelas feitas pelo Telescópio Espacial Hubble.

O “plug-in”, uma espécie de programa-acessório que funciona em conjuntos programas da Adobe, coloca à disposição do público o formato de arquivo FITS (“Flexible Image Transport System”: sistema flexível de transporte de imagens), que até hoje só era acessível aos cientistas e artistas das agência espaciais e observatórios astronômicos.

Este sistema de arquivos é utilizado para guardar praticamente todas as imagens de estrelas, nebulosas e galáxias produzidas pelos principais telescópios do mundo.

A imagem mostrada acima é um exemplo de trabalho feito com o “plug-in” FITS. A imagem de uma parte da galáxia espiral AM0644-741 foi feita com a câmera avançada de pesquisa do Hubble. No alto está a imagem original em preto e branco, feita através de filtros isolando as cores vermelha, verde e azul. No meio, as imagens receberam as cores primárias. Embaixo está o resultado final, com a imagem totalmente colorida, adequada à apreciação humana.

As imagens feitas por telescópios e, principalmente, por sondas espaciais, quase nunca são geradas no espectro da luz visível. Para melhorar a definição ou para conseguir detectar outros tipos de radiação, os cientistas fazem as fotos utilizando, por exemplo, câmeras de infravermelho.

Para que estas imagens possam ser “vistas” pelo homem, é necessário então converter-se as radiações captadas por aquelas câmeras especiais, para o espectro da luz visível. O programa que agora está sendo colocado ao alcance do público, é utilizado justamente para fazer esse tipo de tratamento.

Ele foi desenvolvido pelos cientistas da NASA e da Agência Espacial Européia e, tal como está disponível, é hoje utilizado para tratar as imagens dos telescópios espaciais Hubble e Spitzer, XMM-Newton (que utiliza raios-X) e do European Southern Observatory’s Very Large Telescope, entre outros.

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