Cinema e Leitura: A Última Música

18 maio

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A leitura nunca foi uma das minhas maiores paixões sempre fui mais chegada a televisão, á cinema, sou apaixonada por filmes. Há uns 2 anos assisti o filme “The Last Song” (A Última Música) gostei muito do filme, um filme emocionante do início ao fim.

Um pouco antes de ser lançado o filme Nicholas Sparks escreveu o livro foi lançado, em 8 de setembro de 2009, no inicio não me interessei muito pelo livro até ouvir falar que  era muito diferente do filme e resolvi “Pagar pra ver”  comprei o livro e sim, bem mais emocionante que o filme. 

Sparks tem uma delicadeza sem tamanho, tem o dom pra falar de amor. Deus, perdão, amadurecimento, relação entre pais e filhos e recomeço são os pontos mais importantes do livro.

Sinopse: Aos dezessete anos, Verônica Miller, ou simplesmente Ronnie, vê sua vida virada de cabeça para baixo, quando seus pais se divorciam e seu pai decide ir morar na praia de Wrightsville, na Carolina do Norte. Três anos depois, ela continua magoada e distante dos pais, particularmente do pai. Entretanto, sua mãe decide que seria melhor os filhos passarem as férias de verão com ele na Carolina do Norte.

O pai de Ronnie, pianista e ex-professor, vive uma vida tranquila na cidade de praia, imerso na criação de um vitral para a igreja local. Ressentida e revoltada, Ronnie rejeita toda e qualquer tentativa de aproximação dele e ameaça voltar para Nova York antes do verão acabar. É quando ela conhece Will, o garoto mais popular da cidade, e conforme vai baixando a guarda, começa a se apaixonar profundamente por ele, abrindo-se para uma nova experiência que lhe proporcionará uma imensa felicidade – e dor – jamais sentida.

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O livro ganhou vida em 2010, quando foi lançado com Miley Cyrus (Hannah Montana – O Filme) no papel de Ronnie. No meu ponto de vista, esta é a pior adaptação de um livro de Nicholas, Cyrus não consegue nem de longe transmitir ao espectador a emoção causada nas partes finais do livro – sem mencionar na exclusão de personagens vitais da história, como o pastor da igreja, que no filme só aparece nos últimos segundos.

 

 

 

 

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